6 bons motivos para não perder o Alabama Shakes

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Acho bem difícil que você nunca tenha ouvido Alabama Shakes, mas se esse é seu caso… Alô, onde você vive?! Já ouviu sim, tira a dúvida aqui:

Essa, além de ter entrado para a trilha de “O Lado Bom da Vida”, também é trilha da Atena na novela das 8. Talvez você não tenha ouvido “Always Alright”, mas esse vocal da Brittany Howard é inconfundível.

Não é a primeira passagem da banda pelo Brasil, mas seja essa a primeira ou segunda vez em que acompanha o show deles, é sempre uma boa pedida. Listei aqui seis bons motivos para você acompanhar – vale no festival ou na Lolla Party, que acontece na segunda (14 de março) com o Cold Ward Kids:

1 – Essa ascensão deles é para poucos

E não estou dizendo que o Alabama Shakes fez sucesso agora, mas que chegaram muito rápido ao topo. Quando começaram a escrever as músicas do primeiro álbum, “Boys and Girls”, eles nem tinham assinado com nenhuma gravadora, nem se chamavam Alabama Shakes. A gravação saiu em 2012 – e no ano seguinte eles já foram nomeados ao Grammy e tocavam como headliners.

2 – Falando nisso, Grammys

Okay, você pode não ligar muito para premiações, mas as indicações não acontecem por acaso (mesmo quando discordamos dos ganhadores). Em 2016, a banda colecionou cinco indicações, incluindo a de álbum do ano!

3 – Duas palavras: Brittany Howard

Chovem comparações com Janis Joplin e não é difícil entender o porquê: a Brittany tem essa voz rouca e alcança umas notas bem altas. Independente de concordar ou não com elas, é fato que sua voz é única e ela é a front woman do momento.

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4 – Eles respeitam (e mantém vivas) suas raízes

Quer dizer, quem ainda manda carta hoje em dia? Isso mesmo, o Alabama Shakes – inclusive confirmado pela Brittany durante uma entrevista.

5 – Ela é autodidata

Pensa numa pessoa que aprendeu a tocar violão e piano sozinha. Então, prazer, Brittany Howard. Além daquela voz que a gente já comentou lá em cima, ela também se virou na hora de aprender os instrumentos.

6 – Presença de palco

Mas vale falar que não é só ela, Heath Fogg, Zac Cockrell, Ben Tanner (tecladista que acompanha as turnês) e Steve Johnson também fazem bonito no palco. Tanto que a banda dobrou os críticos durante o CMJ e tem conquistado espaços cada vez melhores em festivais – dessa vez, precedem Noel Gallagher no domingo.

Bruna Manfré

não é boa com descrições.

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