O que já sabemos sobre o novo do Jake Bugg

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Essa semana, Jake Bugg vai fazer um dos únicos shows do ano, tocando acústico (e provavelmente solo) no Gentlemen of the Road, aquele festival itinerante do Mumford & Sons que já realizou a proeza de juntar o Justin Young com o Marcus Mumford para alguns covers e agora estaciona pela Austrália.

Dado o fato de ele estar ocupado trabalhando no novo álbum, a gente até perdoa essa ausência. Numa das poucas entrevistas que antecedem o show, o inglês esbanjou bom humor (mas gente?!) e adiantou várias coisas sobre o lançamento.

“Estive muito focado nesse álbum – não tenho hobbies ou nada que se aproxime de uma vida normal”, ele começa a explicar. “Vejo meus amigos e é isso. Amigos próximos de verdade são importantes porque, quando você está com eles, chega num ponto em que você pode sentar junto e ficar quieto, é só assim que consigo relaxar”.

“É um álbum importante. Ainda não me tocam em estações de rádio muito comerciais e acho que a gravadora quer que eu faça essa transição – e se um álbum não vai muito bem, você pode perder o contrato”. Imagina a pressão.

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“Mas ele é diferente dos outros dois. Só porque algo funcionou não quer dizer que vou fazer de novo. Busquei umas influências diferentes, como soul music, ele também tem mais groove que os outros álbuns. No estúdio, eu começava a música com as batidas em vez de sentar com um violão”.

Essa é “meio que” a segunda versão do álbum. Antes, ele se encontrou com o Mike D do Beastie Boys em Los Angeles para trabalharem juntos, mas as gravações foram abortadas pela label.

“Não saiu nada da reunião, mas foi ótimo trabalhar com ele. É muito legal sair e tocar com o Mike e mesmo que não tenha nenhuma música para se ouvir, ele me inspirou a continuar. (…) Mike é um dos motivos desse álbum ser tão interessante”.

Bruna Manfré

não é boa com descrições.

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